Após a lacuna

por Natalia Maeda

Quando me lembro do futuro, bate aquela estranha e costumeira nostalgia pelas possibilidades do que está por vir.

Quaisquer que sejam as projeções, me trazem alegria – sejam elas boas ou ruins. Talvez seja bem aquela esperança certeira dos sonhos que viram realidade, e vice e versa.

Ventos assim me sopram às vezes – mas, como são momentos raros, é sempre bom que não me esqueça de agradecer por isso.

Anúncios