Arrumando as malas

por Natalia Maeda

A luz que entra pela minha janela

Tem cheiro do frescor da cidade

Cidade que não é onde moro, pobre dela

– cidade que é onde passo as minhas férias

Por um, dois, talvez vinte anos, 

Talvez até cem primaveras

Sem invernos será meu coração:

basta esperar

As férias são longas, mas a promessa é eterna:

A luz que entrará pela minha janela

será luz de lar, enfim.

 

29/02/09

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