Baú fechado

por Natalia Maeda

Parece meio óbvio, mas é estranho ver que vida é cumulativa. Hoje eu conheço mais do que ontem, mais do que antes de ontem e por aí vai… É como ler um livro, ouvir uma música; enfim, qualquer coisa temporal. Tudo se acumula e isso não tem fim até que a gente volte ao pó – e, mesmo assim, tudo deve continuar acumulado como lembrança invisível e intacta. Ou não?

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